O Laranja de Yeda

Yeda Crusius pode até não ser corrupta, como querem provar os seus detratores.

Mas é, sem sombra de dúvida, muito azarada.

Como se não bastassem as acusações de irregularidades na compra da sua casinha,  a pobre governadora ainda precisa agüentar as piadinhas envolvendo o nome do engenheiro que lhe vendeu o modesto imóvel: Eduardo Laranja.

Assim fica difícil provar a inocência…

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6 comentários em “O Laranja de Yeda”

  1. Eduardo, a nossa querida governadora ( PROFESSORA), parece que teve a feliz idéia de arguir a inconstitucinalidade da Lei do piso salarial nacional do magistério. Será que professor quando está no poder só sabe perseguir sua categoria? Isso deve ser, com certeza, alguma vingança pelo mau trato que seu “carma” lhe impôs de ter que, nesta vida, pagar sendo professora…Certamente a casa não foi paga com dinheiro do magistério. Cá prá nós, não seria melhor que o governador fosse um metalúrgico- torneiro-mecânico?

  2. Ivalino:
    se o governante persegue sua categoria, deveríamos eleger grandes empresários e latifundiários como nossos representantes?

    além disso, elegemos tantos ladrões, por que eles não perseguem sua categoria?

    :D

  3. Gui,
    Espero não ter deixado implícito que eu prefira latifundiários ou grandes empresários no governo. Quanto aos “professores ” governantes, vejamos: FHC só f. com o magistério, especialmente o superior; nossa governadora “proffessora” foi a única a se manifestar contra a maior conquista dos profes. ( o piso nacional); e, ( que Deus nos livre), a Neusa Canabarro, como secretária foi uma afronta à categoria.
    Na verdade, o que eu penso, é que os “intelectuais” morrem de ciúmes porque um matalúrgico-torneiro-mecânico-presidente fez infinitamente mais pela Educação do que o Dr. professor FHC. Só quem é professor, e eu sou, é que sabe bem disso…Ah, eu não votei em ladrões…

  4. Ivas,

    sim, o piso para os professores é uma grande conquista, que deve ser comemorada (principalmente pelos nortistas e nordestinos, que terão o salário triplicado). Um viva ao governo federal por isso.

    Mas o RS tem um problema crônico de finanças, que deve ser sanado. Não gosto de leituras maniqueístas, do tipo “Yeda não dá aumento pros professores porque é uma bruxa malvada.” Talvez a única coisa boa no seu mandato tenha sido botar o dedo na moleira e dizer: “temos que estancar esse sangramento antes que ele nos mate”.

    Desde os super-salários obtidos às custas dos malditos “direitos adquiridos” até os milhares de pensionistas que herdaram polpudos rendimentos e não se casam para não perder o benefício, dentre outros abusos, a folha de pagamento do Estado é um saco sem fundo, que deve ser costurado pelo bem das gerações futuras.

  5. Eduardo,
    salário de professor não é sangramento de finanças públicas. Mas, o que revolta é que uma professora seja a primeira a querer dizer que essa lei é incostitucional. Aliás, quando foi assinada a lei Áurea, também tentaram anulá-la os donos de escravos. E, tem mais, Castelo Branco assinou lei estabelecendo 6 salárioa mínimos como básico para enfermeiras… enquanto esse nosso básico não passa de dois mínimos.
    As finanças do RS estão quebradas? Por que, em lugar de querer anular a tal Lei, não se vai à União para que subsidie esse aumento? Isso mostraria, ao menos um pouco de coerência da tal professora-governadora. Essa minha posição não é maniqueísta porque até agora nenhum governante do PSDB ( professor ou não) mostrou valorizar o magistério. ( Enquanto, num canetaço, FHC deu 30 bilhões ao Sistema Financeiro, coitadinhos….). Dez desses 30 resolveriam o problema da Educação de nosso país. O problema é que professor tem que ir para a sala de aula os 3 turnos, de segunda ao sábado e corrigir provas no domingo. ( Tu conheces essa história muito bem…)
    Aliás, admiro você, caro colega, não se revoltar também contra isso. Todos dizem que nenhum governo resolve os principais problemas da Educação. Agora, que, enfim, alguém teve a coragem de melhorar a valorização dos professores, surge o “coitadismo” das finanças quebradas do Estado e se faz um movimento contrário. Quem tem que fazer a maior pressão possível, sair às ruas, protestar, pressionar, berrar somos nós, os professores. Espero que possas redirecionar teu foco… Abraços

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