O presente ausente

Quando perguntaram a Clóvis o que ele queria ganhar no Natal, a resposta foi curta, vaga e politicamente corretíssima:

— Ah, nada. O que vale é a intenção!

Chegou o Natal e ele ganhou dos amigos um lindo embrulho. Vazio. Haviam dado com a melhor das intenções, pois todos gostavam muito de Clóvis.

Na festa, Clóvis foi o único que não sorriu.

 

Moral da História: o que vale é a intenção, mas o que agrada mesmo é o presente.

 

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2 comentários em “O presente ausente”

  1. hahaha, adorei essa moral da história. Tem quem tente ser dissimulado aparentando não se importar com determinadas coisas…por quê não ser autêntico?

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