Publicado por: Eduardo em: 15 Janeiro 2009
E começou tudo de novo.
Tão insuportáveis quanto o BBB, o Bial e os imbecis que participam e assistem, são as milhares de críticas que se fazem ao programa todos os anos.
Falar mal do BBB já virou lugar comum (putz, aqui tem hífen ou não?), além de ser “pregação para já convertidos”, como diz o [...]
Publicado por: Eduardo em: 31 Dezembro 2008
Devo ter sido a última pessoa do mundo a descobrir Os Mutantes – Caminhos do Coração, da Rede Record do Reino de Deus, e preciso confessar que estou viciado.
A novela já nasceu como clássico. Clássico trash. É daquelas produções que, de tão ruins, tornam-se excelentes (mas só se você souber apreciá-las com o estado de [...]
Publicado por: Eduardo em: 22 Setembro 2008
Não acredito na divisão das gentes em esquerda, direita, centro, centro-esquerda, centro-sudoeste-direita, etc. Tais rótulos não conseguem, nem de longe, abranger toda a complexidade das nossas idéias e opiniões – além de se tornarem motivo de brigas e/ou piadas desnecessárias.
Em todo caso, muita gente ainda crê em tais dogmatismos.
A Veja colocou no seu site um [...]
Publicado por: Eduardo em: 17 Setembro 2008
A última Piauí, como vocês bem sabem, dedicou páginas e páginas a um texto do tipo guerra-dos-sexos, assinado por Juliana Quem? Foster. No artigo, a autora critica, com pretensa ironia, o comportamento masculino. Sua intenção, na verdade, é criar um “tratado sobre o homem”, abrangente e definitivo, que esmiúce e avacalhe cada faceta [...]
Publicado por: Eduardo em: 30 Março 2008
Você percebe o quanto uma ex-celebridade está desesperada com o anonimato ao zapear pela TV no domingo à tarde.
Hoje, foi hilário ver a jornalista (sic) Mônica Veloso no “Qual é a Música”, disputando espaço na telinha com as colegas de equipe: Carla Perez e uma outra que nunca vi na vida.
A propósito, será que [...]
Publicado por: Eduardo em: 26 Março 2008
E acabou o Big Brother Brasil.
Que alívio.
Pra não dizer que o programa foi de todo inútil, pelo menos a oitava edição serviu para que eu aprendesse uma palavra nova (que, provavelmente, nunca mais usarei): cajuína.